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[Curtas] Corte de árvores na UFSC: Isolamento do Bosque do CFH e entorno
Imagem retirada do instagram @cfh.ufsc

[Curtas] Corte de árvores na UFSC: Isolamento do Bosque do CFH e entorno

15/02/ 2018 – Por Leila Regina da redação do UàE

 Alegando questões de segurança e preservação ambiental, árvores exóticas do Bosque do CFH serão retiradas nos próximos dias. Segundo memorando circular 001/2018/CGA/GR da Coordenadoria de Gestão Ambiental o corte é a primeira etapa de um processo de substituição das árvores não nativas que segue determinação da Lei Municipal 9.097/2012.

A área do bosque está isolada, e os acessos ao MArquE (Museu de Arqueologia e Etnologia) e ao NDI (Núcleo de desenvolvimento Infantil) estão bloqueados para carros. Só será permitido acesso à pedestres autorizados para garantir a circulação dos caminhões e evitar acidentes. O isolamento que iniciou na última segunda-feira, dia 12, deve se manter até dia 25 de fevereiro.

De acordo com o memorando o corte e transporte das árvores deve estar finalizado antes do início do período letivo da graduação, entretanto os transtornos para as famílias que frequentam o NDI já começaram no dia de hoje e devem se acentuar com o início do atendimento das crianças a partir do dia 19. As famílias precisam estar atentas que não será permitido o trânsito de veículos e estacionamento próximo ao NDI.

Ressaltamos a importância de manter a atenção ao transitar pela UFSC nesse período e evitar as áreas isoladas.

No final de janeiro, surgiu uma polêmica sobre a queda das árvores da Alameda dos Anjos (caminho entre a reitoria e a biblioteca universitária) depois de fortes ventos. A dúvida seria se os pinheiros teriam sido arrancados somente pela ação dos ventos ou se teria sido intencional e provocada pelas obras de acessibilidade que estavam em andamento no local. Em notícia no site da UFSC (acesse aqui) negou-se que as árvores tenham sido retiradas devido às obras e se atribuiu ao encharcamento do solo pelas fortes chuvas de janeiro a queda das árvores que já estariam comprometidas.

A comunidade universitária, que vê cada vez mais os espaços públicos sendo cerceados, teme que o projeto não se conclua e ao invés de promover a recuperação ambiental da área do bosque acabe-se perdendo mais esse espaço de convívio para prédios e estacionamentos. Certamente por algum período, até o replantio e crescimento das novas árvores, o bosque tenha sua cobertura vegetal diminuída, mas espera-se que ao fim do projeto esse seja um espaço mais qualificado para a utilização de todo a comunidade. Fiquemos atentos às próximas etapas desse processo par não perdermos mais esse espaço.

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