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Mudanças no vestibular da UFSC 2018

Mudanças no vestibular da UFSC 2018

Por Luiz Costa da Redação do UàE – 05.06.2017 
 
O vestibular da UFSC 2018 acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de dezembro de 2017, no entanto, terá algumas alterações no que se refere às provas, aos pesos das disciplinas e às notas mínimas para aprovação. 
 
Sobre as provas, as áreas de História e Geografia (parte do 2º dia de prova), que antes contava com 10 questões cada, serão substituídas pela prova de Ciências Humanas e Sociais com 20 questões divididas da seguinte maneira: 7 questões de História, 7 questões de Geografia, 2 questões de Filosofia, 2 questões de Sociologia e 2 questões interdisciplinares envolvendo duas ou mais dessas áreas. As demais provas (do 1º e 3º dia), assim como as questões discursivas, não foram alteradas.
 
Sobre o peso das disciplinas e as notas mínimas para aprovação, enquanto antigamente as notas de cortes eram padrões, agora algumas se tornaram relativas referentes ao curso pretendido pelo vestibulando. A nota miníma na Língua Portuguesa e Literatura Brasileira ou Libras continua a mesma, 3,0 pontos considerando-se o somatório dos acertos totais e parciais das questões de proposições múltiplas e/ou abertas. A nota miníma nas questões discursivas também não alterou, manteve-se 0,5 ponto no conjunto das quatro questões. Na redação foi alterado a nota miníma e a máxima, antes era 4,5 para 15 e agora é 3,0 para 10. As notas mínimas e os pesos das disciplinas de Biologia, de Química, de Física, de Matemática, de Segunda Língua e de Ciências Sociais serão diferenciadas conforme definido pelos curso de graduação . Cursos da área tecnológica, por exemplo, foram estabelecidos nota mínima 2 e peso 3 e 2, respectivamente, para as disciplinas de Matemática e Física. Os pesos e notas mínimas exigidas em cada curso serão divulgados no site da UFSC, assim como o quadro de vagas.
 
O problema maior está em aumentar os pontos de corte. A justificativa usada é que os estudantes que entrem devem ser mais capazes, porém o problema não é na seleção, e sim na educação. O que vemos com essas mudanças são reflexos de uma política de exclusão cada vez maior. O próprio sistema de vestibular já é um problema por si só. Antes de uma mudança na forma de avaliar a entrada de alguém na universidade, o que devemos exigir é uma universidade onde todos tenham acesso! 

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