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Permanência Estudantil: A precarização que toma conta do cenário nacional

Permanência Estudantil: A precarização que toma conta do cenário nacional

quem tem fome tem pressa

O ataque às políticas de permanência acontecem por todo país, não só aqui na UFSC. A judicialização, a repressão policial, o ataque aos direitos de permanência são sistemáticos. Os relatos ou chamados abaixo das situações colocam a dimensão estrutural da questão.

Na Universidade Federal da Integração Latino-Americana¹ (UNILA) um estudante recém chegado a universidade aponta a repressão e brutalidade com a qual ele e outros estudantes foram submetidos. Na Universidade Federal do Paraná² (UFPR Litoral) e na Universidade Federal de Santa Maria³ (UFSM) os estudantes se organizam para resistir aos ataques sofrido as necessidades básicas dos estudantes.


E na Universidade Federal da Paraíba4 (UFPB) estudantes realizaram uma greve de fome desde o dia 23 de fevereiro que se prolongou até o dia de hoje, totalizando 11 dias de greve, a última notícia é que conseguiram depois de muito tempo e movimentação alguns primeiros avanços em reunião com a administração central, onde a reitora, Margareth Diniz, não se fez presente, outra prática comum ao que vivemos na UFSC nos últimos tempos.


Essas ações, que não são isoladas, vão na contra mão da democratização do acesso ao ensino superior público, são reflexos de uma política de expansão irresponsável. E, de forma mais ampla, o resultado da políticas de cortes na educação que provocam o cenário de desmonte das Universidades Públicas.

O momento exige da esquerda comprometimento com a luta, rigor nas análises e resistência frente aos ataques que sofre nossa classe.

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